Sérgio é baiano de Cachoeira, historiador de formação, e enxerga em cada cidade colonial um livro aberto. Ele leva o leitor pra dentro do casarão, da praça, da festa de padroeiro. Seu turismo é cultural e detalhista, daquele que faz você olhar a fachada com outros olhos. Escreve devagar, do jeito que essas cidades pedem.
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